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Mostrando postagens de abril, 2007
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Aviso aos "marinheiros de primeira viagem" em navegação de blog: Na coluna à direita aparece o nome de alguns meses e anos - clique neles para visualizar artigos mais antigos. REDESCOBRINDO O MEIA PONTE   Goianienses navegam por trecho entre a capital e o Lago da Usina Rochedo e constatam que, apesar do lixo e das dragas, o rio ainda é uma boa opção de lazer   (Publicado no Jornal Tribuna do Planalto – edição de 23 a 29 de maio de 2004) por Marco Aurélio Vigário Eu, Gioveroni e Ronilson - em nosso ponto de partida.     Uma canoa, dois remos e uma barraca de acampamento. Com essa infra-estrutura básica, o comerciante Paulo Castilho, 38 anos, e o digitador Ronilson Marques, 34, decidiram percorrer os 130 quilômetros do trecho entre Goiânia e o Lado da Usina Rochedo, próximo ao municipio de Professor Jamil. Na bagagem, suprimentos para uns poucos dias de viagem e o desejo de conhecer o rio que povoa o imaginário goianiense: o Rio Meia Ponte. A idéia surgiu em ...
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ALOANDIA E EU - UM CASO DE AMOR Paulo Castilho Ainda me lembro como se fosse hoje, era idos de 1976. Em meus agitados dias de infância, morando na Vila Redenção em Goiânia, nem me passava pela cabeça em morar numa cidade do interior. Aliás, eu nem parava para pensar que existiam outras cidades além de Goiânia. Meus pais resolveram se mudar. O meu padrasto havia sido convidado por um primo seu para administrar uma farmácia naquela cidade. A bela entrada da cidade. O pasto deu lugar a uma bela pracinha e uma nova vila. Quando chegamos, o caminhão foi cercado por curiosos. Lembro-me de que quando eu descarregava minhas caixas de brinquedos, alguns meninos me acompanhavam com olhos arregalados. Eu fazia questão de deixar alguns de meus brinquedos à vista. Teve um garoto que chegou a me acompanhar até dentro da casa, onde eu já havia escolhido meu quarto. Foi fácil fazer novas amizades. A minha técnica funcionou. Nesse ponto o coração já muda os batimentos. Hoje dou ris...